domingo, 11 de novembro de 2012

Iron Maiden: Flight 666

Iron Maiden: Flight 666 é um documentário realizado por Sam Dunn e Scot McFadyen, uma co-produção Britânica/Canadá, da banda inglesa Iron Maiden. Foi filmado em alta definição (HD) em som Surround 5.1 produzido por Kevin Shirley. O filme acompanha a primeira parte da turnê mundial Somewhere Back In Time World Tour, que os levou a percorrer 70 mil quilómetros ao redor de cinco continentes, totalizando 23 apresentações em apenas 45 dias, entre Fevereiro e Março de 2008. O filme regista de perto os bastidores da turnê (foi a primeira vez em que a banda concedeu acesso restrito a uma equipe de filmagem), além de mostrar vários registos excepcionais de diversos dos seus concertos. O filme teve estreia mundial no dia 21 de Abril de 2009 distribuído pela editora EMI apenas em cinemas seleccionados. A pré-estreia contou com a presença da banda e aconteceu no Cine Odeon, no Rio de Janeiro, Brasil, no dia 14 de Março. Irá ser lançado posteriormente nos formatos de DVD e Blu-Ray. A banda sonora do filme já foi posta á venda no site oficial da banda. Existem várias versões do filme, como a edição especial que vem com um documentário sobre a turnê e um DVD que contém faixas da turnê gravadas em diversos locais pelos quais a banda passou.


O filme foi exibido nos cinemas dos seguintes países.
Austrália
Áustria
Bélgica
Brasil
Bulgária
Canadá
Croácia
República Checa
Dinamarca
Finlândia
França
Alemanha
Irlanda
Itália
Letónia
México
Holanda
Nova Zelândia
Noruega
Portugal
Rússia
Sérvia
África do Sul
Espanha
Suécia
Reino Unido
E.U.A.

















domingo, 4 de novembro de 2012

“DONZELA DE FERRO” OU COMO ENGRANDECER UM ROCK STAR NO MUNDO INSPIRADO!!

A socióloga Marília Márcia, doutoranda em Sociologia do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - IESP/UERJ, apresentou recentemente no Encontro Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais, um artigo sobre o engrandecimento do vocalista Bruce Dickinson tendo como referência o mundo artístico. O artigo intitulado "Testando a 'Donzela de Ferro' ou como engrandecer um rock star no mundo inspirado", explora o referencial teórico desenvolvido por Boltanski e Thévenot que observa as situações nas quais os atores buscam acessar diversos princípios superiores comuns que justificam as ações e a ordem “natural” entre os seres humanos e não-humanos. Por meio dos conceitos elaborados por estes dois autores, observaram-se as provas levantadas para justificar a honraria concedida ao cantor Bruce Dickinson, vocalista da banda de heavy metal Iron Maiden, com o título de Doutor Honoris Causa. Observou-se como o artista teve sua magnitude elevada após as evidências de sua grandeza serem consideradas legítimas por meio de certos objetos, discursos e lógicas reunidos num mundo comum. Através da análise de entrevistas, gêneros musicais e acontecimentos na cena rock and roll pôde-se observar a multiplicidade de princípios de justiça pelos quais as pessoas se justificam e como estas se engrandecem, saindo de seus estados particulares e representando valores que abarcam amplos coletivos. O artigo está disponível no site da ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. Clique no link abaixo e leia o trabalho na íntegra: TESTANDO A “DONZELA DE FERRO” OU COMO ENGRANDECER UM ROCK STAR NO MUNDO INSPIRADO

sábado, 3 de novembro de 2012

Bayley Alexander Cooke






Blaze Bayley (Birmingham, Inglaterra, 29 de Maio de 1963) é um vocalista de heavy metal. No início de sua carreira cantou no Wolfsbane, posteriormente no Iron Maiden, e atualmente sua banda se chama Blaze Bayley.[1]
Blaze não era um vocalista mundialmente conhecido quando integrava a banda Wolfsbane (1985-1994), que nunca chegou a sair do underground, mesmo ao lançar álbuns como Live Fast, Die Fast (1989) e Wolfsbane (1994).
Em 1994, Bayley foi escolhido para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden. Logo após ser admitido na banda, sofreu um acidente de motocicleta que lesionou gravemente seu joelho, o que fez com que o início da turnê do primeiro disco que gravara com a banda (The X Factor), fosse adiada. Mesmo após o período de recuperação, Blaze não podia se movimentar muito em razão da lesão. O lançamento do álbum ocorreu em 1995. Neste disco, Blaze atingiu ótimas performances vocais, além do que a música Man on the Edge, de sua autoria, fez sucesso mundial. Porém, a recepção a ele e ao novo álbum não atingiu as expectativas da banda.


Em 1998, as gravações do disco Virtual XI começaram e, apesar de algumas canções se tornarem clássicos da banda, como Futureal e The Clansman, a recepção ao álbum foi majoritariamente negativa. Em 1999, Bruce Dickinson voltou para a banda e, consequentemente, Bayley foi demitido.Logo após a demissão, Bayley decidiu seguir em carreira solo. Então, realizou um concurso para selecionar os novos membros de sua banda. Músicos de vários países enviaram tapes, mas Bayley optou por músicos britânicos de extrema competência. Com os músicos selecionados, em meados de 1999, começaram a compor material para o álbum de estreia.
Em maio de 2000, foi lançado o primeiro trabalho solo da banda, intitulada simplesmente Blaze. Tratava-se do álbum Silicon Messiah, cuja temática envolve a inteligência artificial e o mundo do silício. Suas características marcantes são as guitarras pesadas, a bateria direta, baixo de primeira linha e Blaze no vocal. Alguns críticos chegaram a eleger como um clássico de todo o Heavy Metal. A banda era formada, além de Blaze, por John Slater e Steve Wray nas guitarras, Rob Naylor no baixo e Jeff Singer na bateria. A gravadora foi a alemã SPV Records.
Em 2002 Blaze lançou seu segundo álbum de estúdio, intitulado Tenth Dimension. O nome do disco e as letras das músicas estão diretamente ligadas ao estudo da física quântica e ao conhecimento secreto que cientistas e autoridades possuem sobre o mundo em que vivemos. Para o disco, os homens não conhecem a realidade, que é camuflada por um discurso retórico.
Em 2003, após grande sucesso na Europa, Blaze decidiu gravar seu 1º álbum ao vivo, intitulado As Live As It Gets (2003), cujas músicas foram gravadas em shows realizados na Inglaterra e na Suíça.
Em dezembro de 2002,depois dos shows que gravaram para o álbum ao vivo, o baterista Jeff Singer deixou a banda, sendo substituído por Phil Greenhouse. Em março de 2003 o baixista Rob Naylor saiu da banda, sendo substuído por Wayne Banks. Em junho, o baterista Phil Greenhouse interrompe suas atividades com a banda, então entra Jason Bowld.
Em abril de 2004 o álbum Blood & Belief é lançado. O disco é uma autobiografia das dificuldades suportadas por Blaze, em relação a sua vida pessoal: separação da esposa, demissão de músicos da banda, problemas com o produtor, entre outros acontecimentos. Nas músicas Blaze contou como os problemas aconteceram e como os superou. O baterista Jason Bowld após gravar a bateria do álbum sai e entra Dave Night para a turnê. O clipe da música Hollow Head foi gravado na casa de Blaze.
Nos anos de 2004 e 2005 a formação da banda estava sendo constantemente alterada. Em julho depois de alguns shows para promoção do álbum Blood and Belief, foi anunciada a saída dos dois últimos membros originais, os guitarristas John Slater e Steve Wray. O baterista Dave Night e o baixista Wayne Banks comunicam o desligamento da banda.
No ano de 2007, Blaze gravou o DVD Alive in Poland, com a banda constituída pelos guitarristas Rich Newport e Nick Bermudez, o baixista Dave Bermudez e o baterista Rico Banderra. Essa formação fez apenas 4 shows, em junho, Blaze rompe com o empresário e com o baterista. Em novembro é anunciada a saída do guitarrista Rich Newport. Entra também o baterista Lawrenve Paterson.
Em 2008, com uma nova empresária, que era sua esposa Debbie, e com os novos integrantes, Blaze lançou o álbum The Man Who Would Not Die, de forma independente, com seu próprio selo (gravadora), a fim de ter mais liberdade em seu trabalho e menos pressões externas. Este disco gerou grande repercussão no mundo todo, e foi considerado pela crítica um dos melhores lançamentos dos últimos 10 anos do Heavy Metal. Os integrantes da banda que participaram da criação deste disco foram Nick Bermudez e Jay Walsh nas guitarras, Dave Bermudez no baixo e Lawrence Paterson na bateria.
Em julho, Debbie, a esposa e empresária de Blaze é diagnosticada com cancer no cérebro, a qual morreu no dia 27 de setembro de 2008.
Ainda em 2008 foi gravado o DVD "That Night Will Not Die".
Em fevereiro de 2010 foi lançado o disco Promise and Terror. A formação dos músicos é a mesma. Houve uma promoção de lançamento do disco na Grécia. A turnê para divulgação do disco se iniciou no mês de fevereiro. Blaze Bayley mostra que está mais vivo do que nunca e esbanja vigor nas apresentações ao vivo. No meio da turnê Larry Peterson deixou a banda, o qual foi substituído por Claudio Tirincanti. Ainda em 2010 Blaze participou do projeto Soulspell metal ópera um projeto brasileiro liderado pelo baterista Heleno Vale, Blaze interpretou o Dark prince no álbum The Labyrinth of Truths gravando algumas faixas para o CD e já está confirmado para o próximo álbum do Soulspell.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Derek Riggs: Eddie é mais conhecido que Bruce!



"Eddie é o verdadeiro frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson é apenas o vocalista. Ninguém se importa com o visual da banda, principalmente agora que eles estão velhos. Eddie, no entanto, é eternamente jovem, isso é o que aparece na capa."

O autor dessa afirmação é Derek Riggs, o mesmo que em 1980 deu uma identidade definitiva e mundial ao Iron Maiden criando Eddie, o mascote que ri maleficamente em milhões de álbuns, camisetas, bandeiras, cartazes e todo tipo de produto lançado com a marca da Donzela de Ferro.

"Eddie é a imagem mais poderosa e duradoura da história do rock, já vendeu mais mercadorias nesta indústria do qualquer outra coisa. Na época que eu o desenhei no final dos anos 70, não havia algo semelhante", diz Riggs, em entrevista exclusiva para o site mexicano El Golfo.

"Doa a quem doer, a imagem do Eddie é mais conhecida do que o rosto de Bruce Dickinson, e a explicação é simples: Eddie estava lá três anos antes da chegada do Bruce na banda (1981), estava lá quando Bruce saiu da banda (1993), e ele continuava lá quando Bruce retornou (1999)".

A relação entre Derek e a banda foi muito bem sucedida durante a década de 1980 com versões de Eddie em álbuns como Killers, The Number of the Beast, Piece of Mind, Powerslave, Somewhere in Time entre outros, mas depois Riggs parou de trabalhar em tempo integral para o Maiden, quando segundo ele, sentiu que as exigências do grupo eram ridículas e sufocantes. "Defendi o meu trabalho ignorando o que eles propuseram em várias ocasiões. Se eu desenhasse exatamente o que me pediam, teria feito algo ridículo, umas mil vezes", diz ele.

Riggs permitiu que o grupo continuasse a usar os desenhos de Eddie que fizera quando trabalhava com eles, mas todos os direitos do personagem ainda pertencem a ele. "O Iron Maiden não apoia pessoas que fizeram algo de importante para eles. Se atrai mais atenção que Steve Harris ou tem um mínimo problema, você está fora. Você tem toda a culpa quando algo sai errado e você não tem crédito nenhum quando algo é bom", afirma o criador de Eddie.


"Eu estava me pressionando mais e mais a desenhar a capa que os levaria a ter as maiores vendas. Com o tempo, eu cansei de me forçar a fazer algo com meus desenhos que não poderiam realizar com a sua música, então eu os deixei."

O álbuns do Iron Maiden cujas imagens foram desenhadas por Derek Riggs, já venderam mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, enquanto o resto, onde artistas como Tim Bradstreet e Melvin Grant fizeram suas versões de Eddie, somam um total de 17 milhões, segundo os portais de música.

"É um lixo essa arte recente do Iron Maiden, se parece com um monstro estúpido do espaço. Não é o Eddie, ponto final. Não culpe os artistas que tentaram ajudar, porque eu sei o que é tentar trabalhar com o Iron Maiden."

"O Iron Maiden não seria o Iron Maiden sem o Eddie e os produtos que foram vendidos com as imagens do personagem. O suporte das primeiras turnês foi a venda de produtos fora dos shows, é muito difícil um concerto render o suficiente. Sem esse personagem, a banda não teria feito uma grande turnê no início dos anos 80 e, portanto, não teria tantos fãs no mundo. Eddie foi o produto que os impulsionou a lugares que não poderiam ter ido de outra forma, eu abri muitos desses caminhos."

Edward T. Head, ou somente Eddie ???


Eddie, Eddie, Eddie !

Edward T. Head, ou somente Eddie como todos o chamam, é uma criatura que virou o símbolo do Iron Maiden. Ele está presente em quase tudo que é relacionado a banda e ao longo do tempo tornou-se impossível falar de Iron Maiden sem lembrar dele e vice-versa.Ele é o principal objeto de marketing e divulgação.O apelido foi dado por causa de uma piada que rolava naquela época em Londres:"Uma mulher deu à luz uma criança que não tinha braços, pernas ou tronco. Era só uma cabeça e seu nome era 'Eddie' ('the Head'). O médico disse a ela para não se preocupar, pois ele conseguiria um corpo adequado para o bom Eddie em um ano ou pouco mais. Assim, um ano mais tarde, o pai de Eddie chegou em casa no aniversário do menino e junto de toda família disse: 'Bem, hoje é seu aniversário e, garoto, temos uma surpresa para você, o melhor presente de todos!'. Ao ouvir isso, Eddie retrucou: 'Ah, não! outro maldito chapéu não!'"



O corpo e seu primeiro desenho




Mas aquele era só o início da história. O grupo conheceu através de seu empresário (Rod Smallwood) o desenhista Derek Riggs, que desenhou um corpo para Eddie. Derek fez o desenho de Eddie muito antes de conhecer Rod em 1979, baseando-se em uma foto da guerra do Vietnã publicada na revista Time que mostrava um tanque vietnamita com uma cabeça de um soldado americano morto em cima dele. A cabeça já se encontrava em estado de decomposição e aparentava quase ser uma caveira.

Derek desenhou então o que seria a capa do primeiro disco da banda, porém um pouco diferente do que conhecemos. Ele guardou a imagem durante um tempo e quando ninguém se interessou por ela resolveu a deixar de lado, colocando sempre entre os últimos trabalhos a se mostrar.Derek Riggs estava prestes a jogar a imagem fora quando foi convidado a desenhar para o Iron Maiden.Lembrando que para Derek Riggs o desenho tinha o nome de 'Electric Mathew Says Hello' (Mathew Elétrico Diz Alô), portanto não foi ele quem inventou Eddie, e sim quem o deu 'vida'.



As primeiras capas



O rosto de 'Ed', seu apelido curto, só foi revelado para os fãs aos poucos. Em sua estréia, na capa do single Running Free, ele foi escondido nas sombras a pedido da banda, fazendo suspense para sua identidade visual.


Quando todos conheceram seu rosto no lançamento do primeiro álbum, não imaginavam que a imagem desenhada não tinha o resultado esperado e Derek deu uma 'recauchutada' em Eddie para alcançar um resultado definitivo. A banda achava que seu cabelo, por exemplo, era muito punk, e outros detalhes de fundo como o local onde Eddie aparece foi mais elaborado. Este atraso para adequar a imagem ao gosto da banda poderia ser outro motivo para ocultar a face de Eddie, mas tudo não passa de especulação.Sua expressão facial no primeiro álbum também é um detalhe curioso, diz a lenda que ela teria essa fisionomia para tentar imitar uma foto de Paul Di'Anno que havia caído em uma noite de bebedeira com a galera e ao se levantar assustado fez aquela cara de 'perdido no mundo'.




O 'monstro' do palco


Após sua face ser revelada, Eddie começa a aparecer 'em carne e osso' no palco. Os grandes responsáveis por isso eram o próprio Dave Lights (freqüentemente), Rod Smallwood e algumas vezes uns roadies da banda. Eles entravam no palco com uma mascara do mascote e faziam alguma brincadeira, ora com extintores de incêndio, ora com equipamentos de luz.

Com o passar dos anos, Ed foi evoluindo tanto no palco como fora dele. Após a turnê do álbum Killers a banda resolveu aumentar seu tamanho e colocou no palco o primeiro Eddie de 3 metros de altura como conhecemos hoje. Sua primeira aparição foi no vídeo clipe The Number of The Beast onde ele passeava entre os integrantes, assim como fez durante toda sua turnê de estréia (do boneco grande), a The Beast on The Road.


Para a turnê seguinte (do álbum Piece of Mind) a banda adotou mais uma novidade: a cabeça que ficava atrás do palco ganhou efeitos especiais e ficou muito maior. Desde então Eddie passou a fazer duas aparições, uma de corpo inteiro andando no palco e outra atrás da bateria, em tamanho muito maior, sempre na música Iron Maiden.


Polêmica: Eddie X Margaret Thatcher

Desde o começo, o mostrengo já tinha vocação para celebridade (e polêmica). Na capa do single Sanctuary Eddie aparecia esfaqueando a então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher porque ela estava arrancando um pôster do Iron Maiden da parede. As reedições posteriores do disco na Inglaterra tiveram a capa censurada com uma tarja preta sobre os olhos de Thatcher.


A vingança da (ressuscitada) primeira-ministra veio na capa de Women In Uniform, onde ela espera escondida numa emboscada, pronta para metralhar Eddie. A briga desta vez foi com as feministas, que acusaram o grupo de sexismo, já que Eddie passeava de braços dados com uma enfermeira e uma colegial.



Na capa do álbum Killers, Ed aparece segurando uma machadinha cheia de sangue, enquanto alguém (supostamente uma mulher) o puxa pela camiseta. Diz a lenda que tal mulher seria Margareth Thatcher, e é bem provável que essa tenha sido a intenção.


Múltiplas formas

Durante os mais de 20 anos em que foi desenhado, Eddie esteve nos mais diversos lugares, tomou as mais peculiares formas que se possa imaginar e apareceu ao lado de muita gente (Bill Gates, Bruce Dickinson e Ozzy são alguns exemplos).O mascote já apareceu, por exemplo, no Inferno lutando com o Demônio, já foi para um hospício, para o futuro, passado, foi mumificado e até virou nuvem! Todas essas diversificações renderam boas teorias sobre a trajetória do monstro, uma delas é brilhantemente mostrada através de animações em flash criadas por Val Andrade, um fanático por Iron Maiden e programação visual que resolveu criar um website e divulgar capítulos com o tema de cada álbum.

http://www.maidencartoons.com.br/port/chapters/default.asp?idioma=pt


Sua vida após a morte: novas experiências

Uma curiosidade na história de Eddie é que somente no álbum Live After Death é que foi revelado o nome completo do mascote, na lápide de sua sepultura estava escrito, juntamente com uma passagem de texto de H. P. Lovercraft: Edward T. Head (Edward A. Cabeça).



A partir da década de 90 os fãs e o próprio Iron Maiden começaram a ficar insatisfeitos com a maneira como Derek estava desenhando Eddie. O grupo começou a deixar alguns desenhos a cargo de outros artistas e em 1992, pela primeira vez, Derek não desenharia a capa de um álbum: o Fear of the Dark, feita por Melvyn Grant.



Com a saída de Bruce, a entrada de Blaze e uma nova fase surgindo, a banda quis mudar também o visual do mascote e para o X-Factor Hugh Syme criou um Eddie totalmente gerado por computador, mais humanizado e parecendo realista. A reação dos fãs foi um grande choque. Harris dizia que tudo era questão de tempo até se acostumarem, tanto com a sonoridade do álbum quanto com o novo Eddie. Ele estava certo, mas somente a respeito do álbum (que teve suas críticas amenizadas e hoje em dia já não é considerado tanto uma 'aberração' pelos fãs). Todos detestaram o novo Eddie e pediram Derek Riggs de volta.



Depois de muitos apelos a banda chamou Riggs novamente e deixou em suas mãos o visual do single Virus (uma das três capas) e da coletânea Best of the Beast, porém, agora Riggs não seria mais o desenhista exclusivo da banda.



Eddie Hunter - uma evolução?

Com a criação de um jogo de computador em que ele é o astro (Ed Hunter), Eddie passou a ter um visual 3D, a princípio gerado pela Synthetic Dimension mas depois também a cargo de outras empresas.


Esse novo Ed teve cerca de 50% de aprovação e não chegou a ser muito utilizado, assim, a partir de 2000 tivemos o 'Ed clássico' de volta tanto nas capas de álbuns como de singles, o que não quer dizer que a banda deixou de vez as animações de lado. Nos clipes de Wildest Dreams e Rainmaker, por exemplo.



Eddie é novamente feito em 3D, mas ainda sem o sucesso desejado. Parece que os fãs gostam mesmo do velho e simples desenho a mão.Outros desenhos muito bem aceitos foram os dos clipes especiais elaborados pela Camp Chaos. Em um deles (The Trooper) Ed faz algo que 90% de seus fãs sempre desejaram ver (ou fazer): decepa a cabeça de George W. Bush. Esses clipes encontram-se disponíveis somente no dvd Visions of The Beast que por sinal, tem outro 'Eddie virtual' em 3D, diferente de todos os anteriores e bem ao estilo "T-1000".


Eddie vai te pegar!

Hoje em dia o mascote já é praticamente algo à parte da banda, virou jogo, boneco de brinquedo, brinde, enfeite, motivo de sites, revistas, pesquisas, fã-clubes, merchandising e recentemente teve até uma participação como segurança da banda ABBA em um clipe! Portanto, não estranhem se mais cedo ou mais tarde ele aparecer como candidato a presidência de algum país... alguém duvida?

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DEREK RIGGS FALA SOBRE EDDIE

Riggs é o criador de Eddie e quem desenhou a maioria das capas do Maiden

Fonte: Whiplash
Nos anos 70, ele era uma caveira que ficava acima do baterista. “Tinha olhos vermelhos que piscavam e cuspia sangue falso em cima dele,” relembra o baterista Nicko McBrain.
Quando o Iron Maiden lançou seu primeiro álbum em 1980, não havia dúvida de quem estaria na capa – Eddie, desenhado pelo artista britânico Derek Riggs. Aqui, ele fala ao Revealed sobre o demônio que fez dele famoso.
Quando você começou a desenhar o Eddie, nos anos 70, você imaginou que ele iria se tornar um personagem tão famoso e amado pelos fãs do Maiden?

Derek Riggs: "Assim que terminei a primeira figura do Eddie, eu encostei na cadeira e pensei 'esse desenho vai me fazer rico e famoso'... e então eu pensei 'não seja idiota', e fui pegar um café"."Mostrei-o ao meu empresário, que me devolveu com uma careta, dizendo 'não achamos que esse desenho seja muito comercial'"."Comecei a mostrar meu portfólio aos diretores de arte de gravadoras, que normalmente se escondiam de medo, quando o viam. Uma vez, um diretor de arte me expulsou de seu escritório porque ele não achava que era uma capa apropriada para um álbum de rock. Ele apontou para um desenho na parede, que para ele, era uma capa de rock ideal: era uma pintura de uma garçonete usando mini-saia, se curvando de modo que você conseguia ver sua calcinha"."Um outro sugeriu que eu fosse cortar meu cabelo e desenhasse coisas mais normais, porque eu 'parecia um esquisitão, ou deficiente mental', e que eu deveria parar de desenhar aquelas coisas e deveria fazer terapia"."O desenho não despertou interesse de ninguém por um ano e meio, antes do Maiden pedir para ver meu portfólio. Eu juntei as coisas e pensei se deveria levar aquele desenho também, porque ele só tinha me prejudicado até ali. Eu meio que pensei 'bom, e daí?' E o coloquei junto com o resto das coisas. Então agora eu sou um pouco famoso, mas ainda não sou rico...”.
"Essa história e muitas outras são contadas com mais detalhes no meu livro 'Run for Cover, the Art of Derek Riggs', que está disponível exclusivamente através do meu site: www.derekriggs.com. O livro também traz um monte de desenhos legais e horríveis".
Você sente alguma conexão pessoal com Eddie, como se ele fosse sua criação, quase seu filho? Ás vezes você se sente como um pai orgulhoso?

Derek Riggs: "Eu não sou pai do Eddie, ele é apenas um desenho que eu fiz um dia e que acabou dando certo. Nunca tive intenção de ficar desenhando aquela coisa por vinte anos. Eu nem mesmo queria fazer desenhos de horror, sempre fui mais interessado em ficção científica, mas não podia pintar aquelas naves espaciais idiotas. Eu costumava desenhar naves espaciais bem bizarras (elas são feitas por aliens, certo?), e então os diretores de arte mostravam algo feito por outra pessoa e diziam 'naves espaciais não são desse jeito... elas são assim'. Então eu percebi que ilustração de ficção científica não era tão criativa ou original, como parecia. Aí eu caí fora e fui tentar fazer capas de discos".De onde veio a inspiração para as mais variadas formas do Eddie?
Derek Riggs: "As várias formas do Eddie foram normalmente originadas da direção em que a banda gostaria de ir, naquele momento. Um ano o tema foi egípcio, depois ficção científica, e assim por diante. Normalmente os detalhes do que vinha depois eram meus. Eles só me davam a direção e me deixavam livre para criar. Na maioria das vezes, o resto do conteúdo era idéia minha, apesar de que às vezes eles tinham idéias mais detalhadas do conteúdo do desenho, como a capa do 'Piece Of Mind', que foi idéia do Steve. Muitas das outras coisas, detalhes e tal, eu costumava criar enquanto desenhava. Às vezes eu simplesmente enjoava e mudava ele, só pra ter o que fazer".

Qual é o seu Eddie favorito, e por que?

Derek Riggs: "Gosto do Eddie Clairvoyant, porque é complemente maníaco. Eu não o planejei daquele jeito. A música era sobre clarividência (ver o futuro), e eu comecei com uma idéia de algo como o deus romano Jano, que eu acho que tinha duas faces, e então eu dei a Eddie três faces (passado, presente e futuro), mas eu não conseguia ajustar o rosto quando a boca estava aberta, então no desespero, eu apaguei as partes entre suas mandíbulas (as bochechas) e ficou tão maluco que eu deixei daquele jeito".

Há citações de você dizendo que a idéia para o Eddie foi baseada em uma imagem de uma cabeça decapitada que você viu em um documentário na televisão sobre a Batalha de Guadalcanal, na Segunda Guerra. Isso é correto?

Derek Riggs: "Não, isso é uma asneira total. Não há citações minhas dizendo isso porque eu nunca disse nada parecido com isso. É uma citação completamente errada. E também, do ponto de vista dos fatos, é completamente errado"."Eu queria fazer um desenho de uma figura em decomposição, semi-esquelética, nas ruas de Londres, mas eu precisava de algum material como fonte, porque eu realmente não sabia como uma cabeça humana se decompõe"."Então me lembrei de uma montagem de fotos que eu tinha feito nos anos 70, quando estava na escola. Parte dessa montagem era uma fotografia de uma cabeça em decomposição que tinha ficado presa em um tanque. Essa foto estava na revista Time e a legenda dizia que era a cabeça de um soldado americano que ficou presa em um tanque vietnamita. Muitos anos depois, encontrei a mesma foto em uma coleção da Time Photos. A legenda dizia que era a cabeça de um soldado inglês em um tanque Nazista. Então agora eu acho que a foto não era nada mais do que um pouco de propaganda política de guerra. De qualquer forma, eu usei essa foto como referência para desenhar a cabeça do monstro.
Eddie não foi inspirado pela foto; usei a foto como referência para o desenho. O desenho foi inspirado pelo movimento punk rock inglês no final dos anos 70. Eles tinham meio que essa filosofia da rua, sobre como a juventude da época estava sendo desperdiçada e jogada no lixo. Foi uma tentativa de representar essa idéia visualmente. Mas eu não conseguia vendê-la aos punks, eles ficavam com muito medo".

Você acha que ele envelheceu bem? O Eddie de hoje é tão poderoso e atrativo como os antigos?

Derek Riggs: "Apenas os que eu desenhei. Os Eddies de outras pessoas são meio toscos. Todos falam como se pudessem desenhá-lo, mas quando chega a hora, falham. E isso é porque eles falam demais, mas eu sou o único que vai lá e faz"."Minhas ilustrações venderam mais produtos do que Walt Disney. Eddie vendeu mais do que Mickey Mouse. Eu já vendi mais pôsteres do que o presidente dos EUA em ano de eleição. Muitas das idéias 'originais' de fantasia que você vê nos filmes e na televisão foram roubadas diretamente do meu site e de trabalhos publicados meus. Tenho a idéia e alguém simplesmente vai lá e rouba. Fico um pouco cansado de ver minhas idéias sendo usadas por outras pessoas que não têm criatividade própria, mas apenas um grande orçamento para um filme. Ei, dê a MIM o grande orçamento para um filme e veja o que acontece. E parem de roubar do meu site. Ladrões".

Sendo um demônio, como é Eddie? Você deu uma personalidade a ele?


Derek Riggs: "Olha, Eddie é um desenho. Ele não tem uma personalidade, ele não come, não dorme, não rosna e não morde. Ele não acredita em nada, não é a favor de nada e não é contra nada. Ele é um desenho... certo?” ·

Quais são algumas das maiores idéias erradas que as pessoas têm sobre o Eddie?

Derek Riggs: "Que ele é uma pessoa real, com personalidade. Que de alguma forma, eu seja daquele jeito, que ele seja meu alter ego. Bom, ele não é. Ele é só um desenho que eu fiz um dia e meio que ficou 'grudado' em mim. Ele meio que me segue, como o monstro de Frankenstein. E vocês acham que tem problemas com perseguidores".

Você parou de trabalhar para o Iron Maiden há algum tempo. Foi difícil se separar da sua criação?

Derek Riggs: "Não, na época em que parei de trabalhar pra eles, eu já estava mesmo com o saco cheio de desenhar o Eddie. Eu realmente queria fazer outra coisa. Eu poderia ter feito um grande estardalhaço por causa dos direitos sobre o personagem, mas eu não queria mais desenhá-lo e não o utilizaria pra mais nada mesmo. Além disso, ele era parte da essência nos negócios do Maiden, e não é da minha natureza prejudicar as pessoas desse jeito. Então eu simplesmente deixei de lado e segui em frente".

domingo, 28 de outubro de 2012

Marcos Motolo quer entrar para o Guinness Book!


Marcos Motolo quer entrar para o Guinness Book!



O Pastor Marcos Motolo, o autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden, que ficou famoso no mundo inteiro após aparecer no documentário Iron Maiden Flight 666, agora quer entrar para o livro dos recordes.
Uma petição foi enviada ao Guinness World Records para que o brasileiro seja incluído no livro dos recordes como "o homem mais tatuado do mundo com uma só banda de rock".
Marcos possui ao todo 172 tatuagens do Iron Maiden. Caso aceite sua proposta, o Guinness deverá enviar um juiz ao Brasil para certificar o feito do Pastor fã do Iron Maiden. Saiba mais no vídeo abaixo. ____






























sábado, 27 de outubro de 2012

鉄の処女 donzela de ferro 鉄の処女

                                               鉄の処女
        鉄の処女 donzela de ferro 鉄の処女


(1) Criada na Alemanha a Dama de Ferro foi uma das criações mais cruéis e famosas da Inquisição durante a Idade Média. Era sem dúvida uma época negra, a fome, as epidemias, as guerras… e a igreja estava determinadaa “limpar o mundo” de uma forma drástica. Culpados ou inocentes eram sujeitos as mais macabras provações.
   A Dama de Ferro ou também chamada de Virgem de Nuremberg é uma espécie de “sarcófago” de ferro que representa a face de uma mulher. O instrumento, do tamanho e forma de um ser humano, contém  laminas  nas suas paredes e portas, colocadas estrategicamente para não atingirem os pontos vitais imobilizando a vitima.  Normalmente contém pequenas aberturas a partir das quais se interrogava o condenado pois o objetivo desta tortura era sempre com o objetivo de extorquir informação. Ou não? Na verdade a Dama de Ferro tinha mais utilidades….
   Foi usada pela primeira vez a 14 de Agosto de 1515 num suposto falsificador de moedas. O homem foi trancado no interior sendo trespassado com violência pelas laminas. As paredes grossas não deixavam ouvir os seus gritos e o ar era escasso. Por vezes eram abertos pequenos orifícios para que pudesse responder as perguntas que lhe eram feitas, mas quando a resposta não era a pretendida era atacados com facas e pregos. As laminas evitavam os pontos vitais, e mantinham no imóvel de pé, por vezes as portas eram abertas apenas para serem fechadas novamente reabrindo os ferimentos. Acabou por morrer devido as hemorragias 3 dias depois. Este foi apenas o primeiro caso documentado, depois deste seguiram-se muitos outros.
   A Virgem de Nuremberg é apenas uma das mais horríveis formas de se morrer. Até porque, sejamos inteligentes, como é que alguém, na Idade Média conseguia sobreviver todo esburacado? Simples não conseguia. Por isso mesmo a Dama de Ferro é uma sentença de morte, lenta, violenta e bastante sangrenta…. há melhor?



(2) Também conhecido como Iron Maiden, nesse instrumento de tortura provido de duas portas com fincos internos, alguns fixos e outros móveis, que poderiam ser regulados a cada dia, penetrando aos poucos na carne da vítima.
Na maioria das vezes, a vítima não morria imediatamente. Ficava por horas gritando de dor antes de falecer.
O mais famoso desses instrumentos ficou conhecido como a Donzela de Ferro de Nuremberg.





(3)                                        Iron maiden - Expressão idiomática

"Donzela de ferro"; mulher exigente
The iron maiden of Nuremberg was very famous.
A "Donzela de ferro" de Nuremberg foi muito famosa.
Os fãs da banda de heavy metal Iron Maiden certamente vão se deliciar com a origem desse nome. Nos tempos medievais, Iron Maden, ao pé da letra "donzela de ferro", era o nome de um instrumento de tortura para traidores, hereges e todo o tipo de criminosos. Era uma caixa de ferro, iron, com o formato parecido com o corpo de uma mulher, ou donzela, maiden. Na frente, duas portas se abriram para a vítima poder entrar de costas e receber o "abraço" da donzela. Do lado de dentro das duas portas havia vinte e um pregos de ferro, com as pontas afiadíssimas, posicionados de tal forma que, na hora de fechar lentamente as portas , os pregos começavam a abrir buracos nos órgãos vitais, até penetrar completamente o corpo da vítima. Mais dois pregos de ferro eram colocados no nível do rosto para perfurar os olhos. Animal, não é?



(4) A dama de ferro, também conhecida como "Virgem de Ferro" ou "Donzela de Ferro" devido a alguns exemplares tidos como medievais trazerem uma representação da face da Virgem Maria, é um instrumento de tortura e execução. Esse nome corresponde ao original germânico Eiserne Jungfrau e o instrumento consiste em uma cápsula de ferro com uma fronte esculpida, suficientemente alta para enclausurar um ser humano. Possui dobradiças e abre como um ataúde. Usualmente, existem pequenas aberturas por onde o suposto torturado ou condenado pudesse responder ao interrogador ou sofrer ferimentos através de facas ou pregos. No interior da cápsula havia cravos de ferro que perfuravam o corpo do aprisionado mas não atingiam órgãos vitais. Este perderia sangue ou mesmo agonizaria por asfixia.
A "dama de ferro" é tida como própria da Idade Média, mas há estudos que afirmam não ter sido a mesma inventada antes do século XVIII. Não se conhecem exemplares de "damas de ferro" anteriores a 1793, quando os aparelhos de tortura medieval foram catalogados em atendimento à fascinação de colecionadores do macabro.
Wolfgang Schild, um professor de direito penal da Universidade de Bielefeld, argumenta que qualquer exemplar de "dama de ferro" conhecida são na verdade partes de um conjunto de peças medievais reunidas a outros artefatos de museus, com a intenção de chamarem a atenção para exibição comercial.
Um famoso exemplar de "dama de ferro", conhecida como dama de ferro de Nuremberg ou "Virgem de Nuremberg", surgiu por volta de 1802. Tinha um formato antropomórfico e representaria em estilo gótico primitivo a figura de Maria, a mãe de Jesus, com uma face piedosa.
A original se perderia durante o bombardeio aliado em 1944. Uma cópia proveniente do "Castelo Real de Nuremberg", foi vendida para Charles Chetwynd-Talbot em 1890, juntamente com outros aparelhos de tortura, e, após ser exibida em Chicago, 1893, seria levada para uma tour americana. A cópia foi autenticada no início dos anos de 1960 e agora faz parte do Museu Medieval do Crime da cidade de Rothenburg ob der Tauber.
Historiadores concordam que Johann Philipp Siebenkees criou uma história falsa em 1793. Conforme escreveu Siebenkees, o aparelho foi usado pela primeira vez em 14 de agosto de 1515, para executar um falsificador de moedas.
Inspiração para a construção da "Dama de ferro" pode ter ocorrido de uma passagem de Santo Agostinho em seu livro "Cidade de Deus", quando é referida a morte de Marcus Atilius Regulus. Ele teria sido executado pelos cartagineses que o colocaram num caixote de madeira com pregos pontiagudos em ambos os lados, de modo a não poder se mexer sem ser perfurado.Outra hipótese é a máquina da morte de Apega, que foi chamada com o mesmo nome da esposa do cruel Nabis, tirano de Esparta.






















terça-feira, 9 de outubro de 2012

Steve Harris lança seu primeiro álbum solo

Steve Harris lança seu primeiro álbum solo British Lion 


Steve Harris, baixista do Iron Maiden, conseguiu um tempo em sua corrida agenda com a banda e lançou seu primeiro disco solo, British Lion - disponibilizado integralmente, na quinta-feira (19), em sua página do Facebook. O álbum apresenta 10 faixas com uma vibe de rock melancólico e pesado. A mixagem é de Kevin Shirley, que já trabalhou com Harris no Iron Maiden e em outros discos do Led Zeppelin, Journey e Rush. Em entrevista à revista portuguesa BLITZ, Steve explica o que o motivou a gravar British Lion: "É uma forma de me refrescar. De tempos em tempos, é bom podermos fazer alguma coisa diferente". Sobre os boatos do fim do Iron Maiden após o álbum The Final Frontier, o baixista acrescenta: "O Iron Maiden vai continuar a trabalhar, como sempre. Neste momento temos uma turnê agendada para 2013 e, depois, vamos começar a trabalhar num novo álbum". O lançamento oficial de British Lion está marcado para o dia 24 de setembro.













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domingo, 7 de outubro de 2012

marcos motolo (piece of maiden)


Marcos Motolo

- O homem mais tatuado do mundo se rende a Jesus

Uma criança de oito anos entregou a ele um folheto que dizia: "15 centimetros é a diferença entre Deus e o Diabo, Céu e Inferno, Salvação e Condenação". Depois disso, sua vida nunca mais foi a mesma.

Durante anos, Marcos Motolo foi reconhecido pelas suas características mais marcantes: fundador do fã-clube internacional do Iron Maiden, o homem mais tatuado do mundo, um apaixonado por rock'n roll. Criado em lar evangélico, ele nunca pemaneceu por mais de uma semana firme na igreja. A paixão pelo rock falou mais alto até o dia em que Jesus apareceu para ele, com uma luz brilhante como o sol do meio-dia. Hoje, aos 36 anos, mesmo com o corpo marcado por 172 tatuagens, Motolo é reconhecido por uma outra marca, a de Cristo. Pastor da Assembléia de Deus, ele ministra conferências por todo o país e tem como alvo conquistar um bilhão de almas para o Senhor. "Eu costumo dizer que Deus complica, explica e simplifica.Talvez as coisas não estejam fluindo como gostaríamos, mas, em II Crônicas 20-20, Deus promete que quando cremos nele estamos seguros e prosperaremos. Então, só temos que crer. Amém?".

Guia-me: Como e quando você começou a se interessar por rock?
Marcos Motolo: Comecei a gostar de rock em 1976, aos quatro anos, quando vi minhas irmãs ouvindo Beatles, Raul Seixas etc.....

Guia-me: Fale sobre o seu envolvimento com o Iron Maiden.
Marcos Motolo: Meu primeiro contato com o Iron Maiden foi em 1980. Eu estava na primeira série da escola, quando um amigo meu me mostrou um disco da banda.
 
Guia-me: Quando você criou o fã-clube?
Marcos Motolo: Eu criei o fã-clube Piece Of Maiden no dia 10 de janeiro de 1995. Hoje este fã-clube é mundial e ainda faz muito sucesso.
 
Guia-me: O que te atraia no tipo de som deles?
Marcos Motolo: Primeiro, eu me encantei pelo nome da banda em forma de quebra-cabeça. Depois pelos desenhos dos discos, onde aparecia um zumbi em várias situações de dificuldades. E, por fim, pelo som que era muito bem feito, como se estivessem muito além de seu tempo e época.
 
Guia-me: Como era sua vida antes de Jesus?
Marcos Motolo: Era uma coisa fora do sério. Eu bebia com amigos até 40 litros de vinho por dia, não me alimentava direito, dormíamos em cemitérios....
 
Guia-me: Quando você fez sua primeira tatuagem? Onde foi? Qual é a figura?
Marcos Motolo: A minha primeira tatuagem foi feita por um tatuador muito conhecido, o Jeca Tattoo, em São Miguel Paulista. Lembro como se fosse hoje, foi um Eddie, nome da mascote do Iron Maiden. Fiz na barriga com as correntes amarradas nos mamilos do peito e dentro do umbigo. Esta tatuagem foi feita em 1999.

Guia-me: Como e por que as tatuagens foram se tornando mais freqüentes?
Marcos Motolo: Quando fiz esta tatuagem,já tinha em mente tatuar o corpo inteiro, mas existe um mito sobre não fazer um número ímpar de tatuagens, fazendo com que as pessoas sempre façam mais e mais tatuagens. Hoje tenho 172 tatuagens do Iron Maiden em todo o corpo.
 
Guia-me: Que tipo de prazer você sentia ao ter o corpo tatuado?
Marcos Motolo: Na verdade, a tatuagem representa a face da alma, pelo menos é o que dizem. Então eu queria que as pessoas vissem o quanto eu gostava dessa banda. O prazer era o de ser diferente de todo mundo.
 
Guia-me: Em quanto tempo suas tatuagens foram feitas?
Marcos Motolo: Hoje tenho 172 tatuagens da banda Iron Maiden junto com o nome do fã-clube Piece of Maiden. Elas foram feitas em seis anos, todos os dias, 18 horas por dia.

Guia-me: As pessoas te estranhavam por causa das tatuagens?
Marcos Motolo: Sim. Quando eu ia à praia, as crianças corriam de mim, com medo, mas os jovens vinham pedir autógrafos e tirar fotos comigo.
 
Guia-me: Quando você se tornou o homem mais tatuado do mundo? O que isso representa para você?
Marcos Motolo: Eu me tornei o homem mais tatuado do mundo em 2.004, o homem com mais tatuagens de uma única banda de rock, o Iron Maiden. Isso representa um mérito que jamais poderá ser quebrado e, por conta disso, estarei participando de um filme que estará nos cinemas no mundo inteiro, em breve.
 
Guia-me: O que você fazia secularmente? E o que faz hoje?
Marcos Motolo: Eu fazia fotos como modelo. Trabalhava como ator, músico e segurança vip. Hoje sou conferencista, ministrando a palavra de Deus todos os dias.
 
Guia-me: Você já quis leiloar a pele. Como surgiu a idéia? O que aconteceu?
Marcos Motolo: Após ter participado de reportagens em várias revistas de rock de renome internacional, como 89 Revista Rock, da rádio rock; revista Rock Brigade; Revista Zero; Revista Comando Rock; Revista Metal Head; Revista Metal Massacre, entre outras, e programas de televisão como Domingo Legal, do SBT; Clodovil e A Casa é Sua, da Rede TV; Jornal da MTV e Repórter Record, entre outros, recebi um e-mail de uma pessoa da África do Sul, que queria comprar a minha pele. A princípio, a oferta era de 900 mil dólares e, depois, de 16 milhões de dólares. E eu já ia vender, como foi noticiado no Jornal da Tarde, em 2004.
 
Guia-me: Você é casado? Tem filhos?
Marcos Motolo: Eu não sou casado, mas tenho dois filhos. O primeiro tem 12 anos e tem por nome James Alef, em homenagem à banda de rock americana Mettalica; o segundo tem 10 anos e tem por nome Steve Harris, em homenagem ao fundador da banda inglesa Iron Maiden.
 
Guia-me: Como era a sua família?
Marcos Motolo: Meus irmãos tinham idades de 30 anos para baixo, éramos sete irmãos.Não tínhamos entendimento em casa com a família. Então, comecei a freqüentar casas de amigos que gostavam de rock e aconteceu esta lenda viva: Marcos Motolo e Piece of Maiden.
 
Guia-me: Como você conheceu Jesus? Quem pregou pra você? Qual era a sua posição em relação aos crentes?
Marcos Motolo: Eu já tinha ido à igreja quando criança. Fui batizado, aos 12 anos de idade, na Assembléia de Deus, onde meus pais congregam até hoje. Mas eu não permanecia na igreja por mais de uma semana. Não gostava dos crentes, pois todos os domingos eles vinham fazer visitas em minha casa e me chamar para ir aos cultos e eu qeria era ouvir Iron Maiden, no último volume.
 
Guia-me: Conte a sua experiência de conversão.
Marcos Motolo: Após ter ido ao programa do Clodovil, na Rede TV, e ao show do Iron Maiden, no Pacaembu, em 2004, estava me tatuando e escolhendo a tatuagem para fazer no rosto. Todas as minhas tatuagens eram muito bem escolhidas: os desenhos e os lugares onde seriam feitas no corpo. Então, voltando para casa, uma criança de uns oito anos me deu um folheto evangélico, onde estava escrito: "15 centímetros é a diferença entre Deus e o Diabo, Céu e Inferno, Salvação e Condenação. 15 centímetros é um espaço que todos os seres humanostêm entre o ouvido e o coração. Quando a palavra de Deus entra no ouvido e vai até o coração o milagre acontece". Fui pra casa pensando nisto. No dia seguinte, 10 de abril de 2005, às quatro horas da madrugada, estava acordado na sala e vi como um sol do meio-dia, que apareceu para mim e disse que era Jesus Cristo e tinha um plano na minha vida, para levar a sua palavra em todo o mundo. A partir de então, mortos ressuscitam, paralíticos andam, no nome de Jesus, através da minha vida.
 
Guia-me: Como foi sua recepção na igreja?
Marcos Motolo: Após esta visão, minha irmã me convidou para ir à igreja em que ela congrega, a Assembléia de Deus, Ministério do Belém. Lá voltei para a igreja. A recepção foi muito boa e aqui estou até hoje.
 
Guia-me: Quais foram suas maiores dificuldades nos primeiros passos com Cristo?
Marcos Motolo: Primeiro, me desfazer das coleções caríssimas de cds, dvds e objetos raros e importados do Iron Maiden. Depois, mostrar para os amigos e irmãos em Cristo que realmente estava liberto e convertido. E, por último, me apresentar conforme a vontade de Deus e mostrar as marcas no corpo através das tatuagens.
 
Guia-me: Em que ministério você atua hoje?
Marcos Motolo: Hoje estou na Assembléia de Deus da Vila Raquel.Fui ungido ao pastorado por um grande homem de Deus, o pastor Carlos de Sousa, da C.O.N.I.E.P.A.B. Pela misericórdia de Deus, já tenho 20 DVDs gravados, entre eles se encontram ministrações até na igreva sede e em vários estados do Brasil.
 
Guia-me: Você se arrepende das tatuagens? Por que?
Marcos Motolo: Não me arrependo porque Deus me falou que eu só fui até onde ele permitiu e que ele, Deus, iria apagar todas essas tatuagens e o nome dele seria glorificado entre os homens.
 
Guia-me: Que tipo de som você curte hoje? Quais são suas bandas e cantores favoritos?
Marcos Motolo: Hoje eu gosto de muitos cantores gospel: Diante do Trono,Voz da Verdade, Cassiane, entre outros. Mas gosto também de Oséias de Paula, Michael W. Smith e hinos da Harpa Cristã, que acho muito edificantes também.
 
Guia-me: Como conquistar os roqueiros radiciais para Jesus?
Marcos Motolo: Os roqueiros, na sua maioria, são pessoas que já sofreram muito com os pais, a sociedade e até mesmo com eles próprios, pelo fato de não poderem ser bem sucedidos na vida, por conta de muitas coisas, e também pela burocracia que existe por ai. Segundo, por desgosto da vida, eles vivem a sua liberdade de expressão e só se prejudicam a si mesmos, como eu fazia me embriagando. Por isto precisam ser primeiro compreendidos, para depois ser evangelizados. No dia 9 de agosto estaremos em Mogi Guaçu, ministrando para os jovens da Cidade e Deus para alcançá-los. Esse eventoserá realizado pela Assembléia de Deus Madureira.
 
Guia-me: Fale dos seus projetos e planos.
Marcos Motolo: Meu projeto é o projeto de Deus. Prometi a Deus evangelizar um bilhão de almas para o Senhor. Estivemos no Jornal da Tarde e no Super Pop, da Rede TV. Estamos no Youtube, Google e estaremos saindo pelo mundo inteiro no filme do Iron Maiden, onde conto o meu testemunho de vida junto com a história do Piece of Maiden.Tenho 20 Dvds lançados com mais de cem mil cópias reproduzidas.  Creio que estou próximo do meu objetivo.